Para quem não sabe, Mia Couto é um dos escritores mais brilhantes de nosso tempo. Ele um notável moçambicano por sua prosa poética, cuja força das palavras faz ressurgir em nós o ímpeto de sonhar. Ele nasceu e foi escolarizado na Beira, cidade capital da província de Sofala, em Moçambique – África.

Couto é autor de uma obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crônicas. Tem sido bastante festejado nos últimos anos, tanto no Brasil quanto mundo, tendo sido o ganhador, em 2013, do prêmio Camões, o mais importante da literatura em língua portuguesa.

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Além da tarefa de ser escritor, Mia é biólogo e ativista político, tendo participado da luta pela independência do seu país na década de setenta.

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No vídeo que separamos, Mia Couto nos presenteia com algumas reflexões sobre a velocidade característica do mundo contemporâneo, “uma espécie de corrida infrutífera para não ficarmos desatualizados”, que torna tudo efêmero, vazio.

“Como é que isso aconteceu?”, se questiona para em seguida responder: “eu acho que foi uma coisa que se chama Mercado”. 

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Confira abaixo o vídeo na íntegra: